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	<title>caioariede.com weblog &#187; Ubuntu</title>
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	<description>— coding for great good</description>
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			<item>
		<title>Instalando o Redmine no Ubuntu</title>
		<link>http://caioariede.com/2009/instalando-o-redmine-no-ubuntu</link>
		<comments>http://caioariede.com/2009/instalando-o-redmine-no-ubuntu#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 07 Mar 2009 17:40:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Ariede</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[linux + certificação]]></category>

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		<description><![CDATA[Andei pesquisando por alguns softwares para gerenciamento de projetos, e encontrei o Redmine. Ele tem praticamente tudo que eu procurava, como Gerenciador de Tarefas, Bugs e Documentos, Wiki e fórum.
Tive algumas pequenas dificuldades durante a instalação, até mesmo porque mexo mais com projetos Python, e não conheço muito bem os esquemas do Ruby.
Vamos lá, primeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Andei pesquisando por alguns softwares para gerenciamento de projetos, e encontrei o <a href="http://www.redmine.org/">Redmine</a>. Ele tem praticamente tudo que eu procurava, como Gerenciador de Tarefas, Bugs e Documentos, Wiki e fórum.</p>
<p>Tive algumas pequenas dificuldades durante a instalação, até mesmo porque mexo mais com projetos Python, e não conheço muito bem os esquemas do Ruby.</p>
<p>Vamos lá, primeiro instale o Rails e o Mongrel:</p>
<pre lang="bash">sudo apt-get install rails mongrel</pre>
<p>Agora o RubyGems 1.3.1:</p>
<pre lang="bash">wget http://rubyforge.org/frs/download.php/45905/rubygems-1.3.1.tgz
tar xvzf rubygems-1.3.1.tgz
sudo ruby rubygems-1.3.1/setup.rb
rm -rf rubygems-1.3.1*
sudo ln -s /usr/bin/gem1.8 /usr/bin/gem</pre>
<p>Faça um teste:</p>
<pre lang="bash">$ gem -v
1.3.1</pre>
<p>Após essa instalação do Rubygems tive que atualizar a versão do Rails, bem simples:</p>
<pre lang="bash">sudo gem install -v=2.2.2 rails</pre>
<p>Vá até o diretório, ou então crie um, onde ficaram as suas aplicações Rails (o Redmine por exemplo), aqui eu criei um diretório ~/rails, e o Redmine ficará em ~/rails/redmine.</p>
<pre lang="bash">mkdir ~/rails
cd ~/rails</pre>
<p>Baixe o Redmine do repositório. Aqui estou utilizando a versão trunk (em desenvolvimento) pois não é um caso tão crítico, e eles dizem que mesmo estando em desenvolvimento ele raramente &#8220;quebra&#8221;.</p>
<pre lang="bash">svn co http://redmine.rubyforge.org/svn/trunk/ redmine</pre>
<p>Vá até o diretório do Redmine.</p>
<pre lang="bash">cd redmine</pre>
<p>Abra o arquivo <em>config/environment.rb</em> e adicione a linha seguinte no final do arquivo, antes do <strong>end</strong>:</p>
<pre lang="ruby">config.action_controller.session = { :session_key =&gt; "_myapp_session", :secret =&gt; "some secret phrase of at least 30 characters" }</pre>
<p><strong>Configurando o Redmine para trabalhar com o MySQL 5<br />
</strong></p>
<p>Você terá que baixar dois pacotes:</p>
<pre lang="bash">sudo apt-get install ruby1.8-dev libmysqlclient15-dev</pre>
<p>Após isso, instale o MySQL através do gem:</p>
<pre lang="bash">sudo gem install mysql</pre>
<p>Crie um banco de dados e um usuário para o Redmine:</p>
<pre lang="bash">mysql -uroot -p

mysql&gt; create database redmine;
mysql&gt; grant all privileges on redmine.* to 'redmine'@'localhost' identified by 'passwd';</pre>
<p>E configure o arquivo <em>config/database.yml</em> com o seu nome de usuário e senha do MySQL (em &#8220;production&#8221;).</p>
<pre lang="bash">$ mv config/database.yml.example config/database.yml</pre>
<p><strong>Criando o banco de dados do Redmine</strong></p>
<p>Ainda no diretório do Redmine (~/rails/redmine), execute os seguintes comandos:</p>
<pre lang="bash">$ rake db:migrate RAILS_ENV="production"
$ rake redmine:load_default_data RAILS_ENV="production"</pre>
<p><strong>Iniciando o servidor</strong></p>
<p>Para rodar o servidor, basta executar o comando abaixo, ele identificará automaticamente o Mongrel e rodará. Após a execução acesse através do seu navegador <a href="http://0.0.0.0:4000/">http://0.0.0.0:4000/</a> e o Redmine estará rodando.</p>
<pre lang="bash">$ script/server --environment=production -p4000</pre>
<p>O usuário padrão para acessar como administrador no sistema é <strong>admin,</strong> e a senha é <strong>admin</strong> também.</p>
<p>Bom, foi meio de cabeça, mas acho que não faltou nada. :)</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ubuntu Linux: Downgrade de updates proposed e backports</title>
		<link>http://caioariede.com/2008/downgrade-packages-proposed-backports-ubuntu-linux</link>
		<comments>http://caioariede.com/2008/downgrade-packages-proposed-backports-ubuntu-linux#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2008 12:42:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Ariede</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Imagine que em um belo dia, você decide habilitar as atualizações &#8220;proposed&#8221; e &#8220;backports&#8221; no seu Ubuntu Linux, e até ai uma maravilha, até que de repente tudo começa a ficar instável.
E então você descobre que são os &#8220;benditos&#8221; pacotes proposed e backports, e resolve remover estes pacotes do seu sistema.
Bom, foi isso que aconteceu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Imagine que em um belo dia, você decide habilitar as atualizações &#8220;proposed&#8221; e &#8220;backports&#8221; no seu Ubuntu Linux, e até ai uma maravilha, até que de repente tudo começa a ficar instável.</p>
<p>E então você descobre que são os &#8220;benditos&#8221; pacotes proposed e backports, e resolve remover estes pacotes do seu sistema.</p>
<p>Bom, foi isso que aconteceu comigo, e a solução que encontrei pra remover essas atualizações, foi utilizando um método chamado <a href="http://wiki.debian.org/AptPinning">Apt-Pinning</a>.</p>
<p>Esta &#8220;técnica&#8221;, nada mais é que definir quais as prioridades relativas ao tipo de pacote que você quer no seu sistema. Basicamente é, quanto menos você quer aquele tipo de pacote, menor a prioridade dele no seu sistema.</p>
<p><span id="more-117"></span></p>
<p>O Apt-Pinning é definido através do arquivo /etc/apt/preferences, abaixo vou dar um exemplo que você pode utilizar, caso utilize o Ubuntu 8.04 (Hardy Heron).</p>
<p>Edite o arquivo /etc/apt/preferences:</p>
<pre lang="bash">$ sudo gedit /etc/apt/preferences</pre>
<p>Deixe-o com o seguinte conteúdo:</p>
<pre lang="apt_sources">Package: *
Pin: release a=hardy
Pin-Priority: 1001

Package: *
Pin: release a=hardy-updates
Pin-Priority: 1001

Package: *
Pin: release a=hardy-proposed
Pin-Priority: -10

Package: *
Pin: release a=hardy-backports
Pin-Priority: -10</pre>
<p>Salve, e no terminal mesmo, digite:</p>
<pre lang="bash">$ sudo apt-get upgrade</pre>
<p>Todos os pacotes serão atualizados para suas respectivas versões marcadas como security e updates, e não proposed e backports.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ubuntu Linux: Criando atalhos no botão direito do mouse.</title>
		<link>http://caioariede.com/2008/ubuntu-linux-criando-atalhos-no-botao-direito-do-mouse</link>
		<comments>http://caioariede.com/2008/ubuntu-linux-criando-atalhos-no-botao-direito-do-mouse#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 13:47:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Ariede</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Criar alguns atalhos, sempre pode facilitar a sua vida, ou o seu dia-a-dia. Como descrevo abaixo, neste pequeno how-to, no Ubuntu é possível criar atalhos acessíveis através do botão direito do seu mouse, muito facilmente, com a ajuda de uma extensão do Nautilus, chamada Nautilus-actions.

Primeiramente, instale o Nautilus-actions:
Vá até o menu Aplicações &#62; Adicionar/Remover, Marque [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Criar alguns atalhos, sempre pode facilitar a sua vida, ou o seu dia-a-dia. Como descrevo abaixo, neste pequeno how-to, no Ubuntu é possível criar atalhos acessíveis através do botão direito do seu mouse, muito facilmente, com a ajuda de uma extensão do <em>Nautilus</em>, chamada <em>Nautilus-actions</em>.</p>
<p><span id="more-90"></span></p>
<p>Primeiramente, instale o <em>Nautilus-actions</em>:</p>
<p>Vá até o menu <em>Aplicações &gt; Adicionar/Remover</em>, Marque para <em>exibir todas as aplicações disponíveis</em>, e pesquise por <em>nautilus</em>, selecione o <em>Nautilus Actions Configuration</em> e aplique.</p>
<p><a href="http://caioariede.com/wp-content/uploads/2008/09/shot1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-91" title="shot1" src="http://caioariede.com/wp-content/uploads/2008/09/shot1.jpg" alt="" width="500" height="282" /></a></p>
<p>Após a instalação, o <em>Nautilus Actions Configuration</em> estará disponível no menu <em>Sistema &gt; Preferencias &gt; Nautilus Actions</em>&#8230;</p>
<p>E vamos criar o nosso primeiro atalho, que será um Conversor de PDF para HTML, ou seja, ao clicar com botão direito sobre um arquivo PDF você terá a opção &#8220;Converter PDF para HTML&#8221;.</p>
<p>Para prosseguir, primeiramente, você deve verificar se você já tem a ferramenta <em>pdftohtml</em>. Abra o terminal e digite <em>pdftohtml</em>, caso a ferramenta não seja encontrada, instale-a, digitando <em>sudo apt-get install poppler-utils</em>. Neste ponto será solicitada a senha de root.</p>
<p>Após esta etapa, abra o <em>Nautilus Actions Configuration</em>, clique em <em>Adicionar</em>, especifique o nome do atalho, o ícone, o caminho e os parametros, como na imagem abaixo:</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-92" title="shot2" src="http://caioariede.com/wp-content/uploads/2008/09/shot2.jpg" alt="" width="499" height="255" /></p>
<p>Vá até a aba Conditions/Condições, e especifica o nome de arquivo para o formato *.pdf, que quer dizer, qualquer nome de arquivo terminado em .PDF. Se você tiver um conhecimento mais avançado, pode configurar também através do <em>mimetype</em> do arquivo.</p>
<p>Clique em <em>OK</em>, e para concluir a criação do atalho, é necessário reiniciar o Nautilus daemon. Vá até o console e digite <em>killall -HUP nautilus</em>, e pronto. Agora todos seus arquivos .PDF terão a opção <em>Converter para HTML</em> no botão direito do mouse.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-93" title="shot3" src="http://caioariede.com/wp-content/uploads/2008/09/shot3.jpg" alt="" width="326" height="171" /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Migrando para o uso do Linux no dia-a-dia</title>
		<link>http://caioariede.com/2008/migrando-para-o-uso-do-linux-no-dia-a-dia</link>
		<comments>http://caioariede.com/2008/migrando-para-o-uso-do-linux-no-dia-a-dia#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 02:54:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Ariede</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[A maior dificuldade que tive na hora de mudar de plataforma, de Windows para Linux, foi achar ferramentas compatíveis no Linux com o meu dia-a-dia no Windows.
Atualmente uso o Ubuntu 8.04, que não tem deixado a desejar, pelo menos a mim.
Citarei abaixo quais os passos que você pode seguir para migrar para o mesmo. E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A maior dificuldade que tive na hora de mudar de plataforma, de Windows para Linux, foi achar ferramentas compatíveis no Linux com o meu dia-a-dia no Windows.</p>
<p>Atualmente uso o Ubuntu 8.04, que não tem deixado a desejar, pelo menos a mim.</p>
<p>Citarei abaixo quais os passos que você pode seguir para migrar para o mesmo. E é claro que, cada de nós tem suas particularidades, mas enfim, acredito que a vida da maioria das pessoas que vivem/utilizam computador hoje em dia não passa muito longe de: MSN, Skype, Gtalk, músicas, Office, etc..</p>
<p><span id="more-80"></span></p>
<p>Vou estabelecer 2 cenários básicos, um como usuário normal e outro como desenvolvedor.</p>
<p>Suponhamos que você queira no seu dia-a-dia, como um usuário normal:</p>
<ul>
<li>um tocador de músicas</li>
<li>um mensageiro para acesso a MSN, Skype, Gtalk e IRC</li>
<li>ferramentas para trabalhar com documentos, planilhas,&#8230; escritório em geral</li>
<li>um visualizador de imagens</li>
<li>um editor de imagens</li>
</ul>
<p>E suponhamos também, no seu ponto de vista de desenvolvedor, que você precise de algo como:</p>
<ul>
<li>um editor completo para programação python, php, ruby, etc&#8230;</li>
<li>apache 2 + php 5 + mysql 5 configurado e rodando na sua máquina</li>
<li>IE6 para testes, infelizmente como um bom desenvolvedor você não pode simplesmente ignora-lo.</li>
</ul>
<p><strong>E vamos ao ponto de partida.. A instalação<br />
</strong></p>
<p>Tenha em mãos um CD do Ubuntu 8.04, você pode fazer o download da imagem pelo site, ou então pedir que eles lhe enviam pelo correio de graça (demora um pouco).</p>
<p>Coloque o CD no drive, escolha o idioma Português do Brasil, a instalação dai em diante é bem simples.</p>
<p>No final da instalação, se você utiliza banda larga e o Ubuntu já tenha conseguido conectar automaticamente na Internet, será feito o download automático das atualizações dos pacotes de idioma, isso pode levar vários minutos, depende da sua conexão.</p>
<p>Após feita a instalação, reinicie o sistema e acesse com o usuário e senha configurados.</p>
<p>Ao logar no sistema, um ícone, do lado do relógio (superior direito) indicará que algumas aplicações estão com atualizações acumuladas e devem ser realizadas, não se preocupe, é tudo de graça. São correções de bugs, vulnerabilidades e melhorias. Faça essas atualizações, vai demorar um &#8220;tantão&#8221;! Acostume-se, pois essas atualizações são constantes.</p>
<p><strong>O tocador de músicas</strong></p>
<p>Esse é um tópico muito pessoal, cada um prefere um tocador de músicas, já que no Linux existem vários, como o Audacious, BMPx, XMMS, Amarok, Rhythmbox, entre outros.</p>
<p>Tanto o Audacious, quanto o BMPx, são fork&#8217;s do XMMS. Ou seja, são softwares baseados no XMMS que é um software muito bom e muito utilizado ainda hoje, porém é bem antigo.</p>
<p>Eu aconselho o Audacious para ouvir músicas offline (do seu computador), o visual dele lembra muito o XMMS (ao contrário do BMPx). Tem suporte a temas do Winamp 2, e tudo mais. Realmente gostei.</p>
<p>Caso queira também um tocador para ouvir músicas online (Last.fm, Jamendo, rádios) aconselho a utilização do BMPx, ele vem com todo o suporte a estes serviços. Realize o mesmo procedimento abaixo, trocando só o nome do pacote, de <em>audacious</em> para <em>bmpx</em>.</p>
<p>Antes de começar a instalar nossos programas, vamos atualizar a base de dados de pacotes/programas.</p>
<p>Vá até o menu Aplicações &gt; Console, e digite:</p>
<blockquote><p>sudo apt-get update</p></blockquote>
<p>Este procedimento, lhe requisitara a sua senha, pelo fato de que, só o administrador do sistema pode realizar essa operação, eis o motivo do &#8220;sudo&#8221; na frente do comando &#8220;apt-get&#8221;. Ele faz com que você execute a operação como sendo um super-usuário. Isso requer a senha.</p>
<p>Terminado o update, no mesmo console você já pode executar a instalação do Audacious, através do comando:</p>
<blockquote><p>sudo apt-get install audacious</p></blockquote>
<p>Dessa vez ele não lhe requisitara a senha, pois já foi digitada uma vez. Logo após o término da instalação você poderá acessar o programa indo até o menu Aplicações &gt; Som &amp; Vídeo.</p>
<p><strong>MSN</strong></p>
<p>Muita gente gosta do Pidgin (antigo Gaim), mas meus votos vão todos ao Emesene. Um software simples, leve, com suporte a plugins, etc.. A única coisa que deixa a desejar, como também os outros softwares pra MSN do Linux, é a falta do suporte a Webcam e Microfone, não tem jeito.</p>
<p>O Emesene vem com uns plugins compatíveis com o plugins Plus do Live Messenger, entre outros.</p>
<p>Ele pode ser baixado, da mesma forma do Audacious, pelo console, através do comando:</p>
<blockquote><p>sudo apt-get install emesene</p></blockquote>
<p>Ele aparecerá no menu Aplicações &gt; Internet.</p>
<p><strong>Skype</strong></p>
<p>O Skype, é um procedimento um pouco diferente, pois não se encontra nos repositórios de software do Ubuntu e não pode ser instalado através do apt-get.</p>
<p>Primeiramente acesse o link abaixo, que é no próprio site do Skype:</p>
<p><a href="http://www.skype.com/download/skype/linux/" target="_blank">http://www.skype.com/download/skype/linux/</a></p>
<p>Após clicar em download, ele vai perguntar qual a sua distribuição, clique no ícone do Ubuntu.</p>
<p>Salve o arquivo .deb, e execute ele depois, não tem segredo nenhum, logo depois disso ele vai aparecer no menu Aplicações &gt; Internet.</p>
<p><strong>GTalk</strong></p>
<p>Pra acessar o GTalk você simplesmente não precisa instalar nada. O Gtalk utiliza um protocolo chamado Jabber, o qual já é suportado por padrão pelo Pidgin, que já vem instalado no Ubuntu.</p>
<p>Então você pode acessar o Pidgin através do menu Aplicações &gt; Internet &gt; Mensageiro da Internet Pidgin.</p>
<p>É só criar uma conta no Pidgin e mandar ver. ;)</p>
<p><strong>Ferramentas para escritório / Office</strong></p>
<p>Isso já vem com o Ubuntu também, ele é o famoso Open Office, que é tão bom quanto o Microsoft Office. Muitas empresas grandes já adotaram o uso do Open Office, por ser um excelente software.</p>
<p>Para acessa-lo, é só ir até o menu Aplicações &gt; Escritório.</p>
<p><strong>Editor para Programação</strong></p>
<p>Eu aconselho a utilização do Gedit, ele já vem como padrão no Ubuntu, e é um *ótimo* editor, leve, suporta plugins e tudo mais.</p>
<p>Na verdade o Gedit vem como edito de textos padrão, como o Notepad no Windows, a única diferença é que ele é tão bom, que nem se compara ao Notepad :-)</p>
<p>A única coisa que você precisa fazer, são algumas configurações.</p>
<p>Comece fazendo o download do pacote de plugins do Gedit, através do comando:</p>
<blockquote><p>sudo apt-get install gedit-plugins</p></blockquote>
<p>Terminado isso, acesse o Gedit através do menu Aplicações &gt; Acessórios &gt; Editor de Texto, vá até o menu Editar &gt; Preferências e faça as configurações conforme você desejar. Não se esqueça de ir até a aba plugins e habilita o que você quer.</p>
<p>Os plugins que tenho habilitado aqui são: Espaços Inteligentes, Estatísticas do Documento, Inserir Data/Hora, Painel do Navegador de Arquivos (repare que ele abre um icone no painel esquerdo), Recuar linhas, Salvador de Sessão, Selecionador de Cores e Verificador Ortográfico (frescura haha).</p>
<p>É isso ai, o resto é questão de acostumar com o editor.</p>
<p><strong>Apache 2 + PHP 5 + MySQL 5</strong></p>
<p>Acho que essa é a parte que mais impressiona os navegantes de primeira viagem, vindos do Windows, e que já sofreram demais com esse tipo de instalação e configuração.</p>
<p>Quem nunca penou pra instalar o apache pela primeira vez? A pessoa que nunca penou por isso, usava linux ou qualquer outro sistema que não era Windows, pode ter certeza!</p>
<p>Para instalar isso, você só precisa utilizar o comando abaixo:</p>
<blockquote><p>sudo apt-get install apache2 mysql-server-5.0 php5-mysql</p></blockquote>
<p>Caso você queira aproveitar pra instalar o Subversion (SVN) também, você pode colocar ele na lista de pacotes a serem instalados, assim:</p>
<blockquote><p>sudo apt-get install subversion apache2 mysql-server-5.0 php5-mysql</p></blockquote>
<p>Simples não?</p>
<p>Tudo esta configurado e pronto pra utilizar, na pasta /var/www.</p>
<p>Agora se você quiser configurar o lugar onde você quer colocar seus arquivos, pastas, projetos, etc.. Continue lendo&#8230;</p>
<p>Abra o Console (Aplicações &gt; Console), e digite:</p>
<blockquote><p>sudo gedit /etc/apache2/sites-enabled/&lt;uma identificação qualquer&gt;</p></blockquote>
<p>No lugar de <em>&lt;uma identificação qualquer&gt;</em>, você pode colocar o seu nome de usuário, por exemplo. O nome desse arquivo não importa, pois o apache faz uma varredura neste diretório, e lê todos os arquivos continudos nele.</p>
<p>Isso vai criar um novo arquivo para que você possa configurar um VirtualHost, e abrirá o editor de textos em branco.</p>
<p>Cole o código abaixo no editor, fazendo as modificações necessárias.</p>
<pre lang="apache">NameVirtualHost meu.localhost
&lt;VirtualHost meu.localhost&gt;
ServerAdmin fulano@example.com
DocumentRoot /home/caio/www/
&lt;Directory /&gt;
Options FollowSymLinks
AllowOverride None
&lt;/Directory&gt;
&lt;Directory /home/caio/www/&gt;
Options Indexes FollowSymLinks MultiViews
AllowOverride None
Order allow,deny
allow from all
&lt;/Directory&gt;
&lt;/VirtualHost&gt;</pre>
<p>Você alterar o <em>meu.localhost</em>, o <em>fulano@example.com</em>, e o <em>/home/caio/www/</em>. Para a sua necessidade.</p>
<p>Feito isso, salve e feche o editor.</p>
<p>O <em>meu.localhost (ou seja http://meu.localhost/)</em> é o domínio que você vai acessar para visualizar seus arquivos, pastas, etc.. E o /home/caio/www/ é a pasta onde ficaram os arquivos. Veja que a pasta especificada (www) deve ser criada no seu diretório home, não se esqueça de trocar o &#8220;caio&#8221; pelo seu nome de usuário.</p>
<blockquote><p>mkdir /home/&lt;seu nome de usuário&gt;/www/</p></blockquote>
<p>Feito isso, você precisa agora configurar o host, para que <em>meu.localhost</em> responda como sendo o 127.0.0.1. Para fazer isso, digite:</p>
<blockquote><p>sudo gedit /etc/hosts</p></blockquote>
<p>E adicione a seguinte linha:</p>
<blockquote><p>127.0.0.1       meu.localhost</p></blockquote>
<p>E pronto! Agora é só reiniciar o apache:</p>
<blockquote><p>sudo apache2ctl restart</p></blockquote>
<p>Para testar um código PHP, salve o bloco de código abaixo no arquivo <em>/home/&lt;seu usuário/www/phpinfo.php</em>:</p>
<pre lang="php">&lt;?php phpinfo(); ?&gt;</pre>
<p>E abra no navegador <em>http://meu.localhost/phpinfo.php</em></p>
<p><strong>IE6</strong></p>
<p>Esse eu deixei por último, pois vai necessitar um pouco de conhecimento em Assembly, C e um pouco de Java.</p>
<p>HAHA. Mas é claro que eu tô brincando né :-)</p>
<p>Eu não vou explicar passo-a-passo essa instalação, porque o post tá ficando gigante, e também porque é algo bem simples. Inclusive no site do pessoal que fez, tem o passo-a-passo pra você instalar o IE6 no Ubuntu.</p>
<p>http://www.tatanka.com.br/ies4linux/page/Installation:Ubuntu</p>
<p>Lembre-se, o IE6 para Linux não esta disponibilizado para que usuários utilizem ele como navegador. Ele esta disponível para que programadores possam testar suas aplicações, sites, etc.. Sem ter que entrar no Windows, só pra testar essas coisinhas, ou então rodar uma máquina virtual.</p>
<p><strong>Fim!</strong></p>
<p>Bom, essas foram as minhas dicas. Nenhum dos tópicos foi aprofundado, até mesmo porque acho que daria um livro se for aprofundar em tudo. Só espero ter ajudado alguém.</p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>Use Linux!</strong></span></p>
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