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	<title>caioariede.com weblog &#187; Linux</title>
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	<description>— coding for great good</description>
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		<title>Usando o Git para deploy de sites</title>
		<link>http://caioariede.com/2009/usando-git-para-deploy-sites</link>
		<comments>http://caioariede.com/2009/usando-git-para-deploy-sites#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 16:48:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Ariede</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste artigo, assume-se que você tenha um site hospedado em um servidor, que esteja rodando Git e SSH.
Repositório local
Crie um repositório local normalmente, caso já tenha, pule esta etapa.
$ mkdir meusite.com.br
$ cd meusite.com.br
$ git init
Repositório remoto
Neste exemplo, vou utilizar a estrutura que o Plesk utiliza para aos domínios.
Precisamos de uma pasta que fique fora de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste artigo, assume-se que você tenha um site hospedado em um <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bGludXhfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18=-48" class="bbli">servidor<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a>, que esteja rodando Git e SSH.</p>
<h2>Repositório local</h2>
<p>Crie um repositório local normalmente, caso já tenha, pule esta etapa.</p>
<pre lang="bash">$ mkdir meusite.com.br
$ cd meusite.com.br</pre>
<pre lang="bash">$ git init</pre>
<h2>Repositório remoto</h2>
<p>Neste exemplo, vou utilizar a estrutura que o Plesk utiliza para aos domínios.</p>
<p>Precisamos de uma pasta que fique fora de visibilidade da web, portanto, utilizarei a pasta private, que fica na raiz do domínio.</p>
<pre lang="bash">$ cd /var/www/vhosts/meusite.com.br/private</pre>
<p>Criamos a pasta do repositório:</p>
<pre lang="bash">$ mkdir meusite.git/
$ cd meusite.git/</pre>
<p>Iniciamos um repositório &#8220;crú&#8221; no mesmo local:</p>
<pre lang="bash">$ git --bare init</pre>
<p>E então configuramos o Git com as seguintes opções:</p>
<pre lang="bash">$ git config core.worktree /var/www/vhosts/meusite.com.br/httpdocs
$ git config core.bare false
$ git config receive.denycurrentbranch ignore</pre>
<p>Configuramos também o Hook que será executado após toda atualização:</p>
<pre lang="bash">$ cat > hooks/post-receive
#!/bin/bash
SITE_PATH=/var/www/vhosts/meusite.com.br

cd $SITE_PATH/httpdocs
git --work-tree=. --git-dir=$SITE_PATH/private/meusite.git checkout -f</pre>
<p>E colocamos permissão para execução:</p>
<pre lang="bash">$ chmod +x hooks/post-receive</pre>
<h2>Processo de atualização</h2>
<p>O processo para atualização é bem simples. Primeiro criamos outro &#8220;master&#8221; branch, chamado &#8220;web&#8221;.</p>
<pre lang="bash">$ git remote add web ssh://meusite@servidor.com.br/var/www/vhosts/meusite.com.br/private/meusite.git</pre>
<p>Em seguida, realize qualquer alteração:</p>
<pre lang="bash">$ echo "funcionou!" > teste.html
$ git commit -am 'teste'</pre>
<pre lang="bash">$ git push web +master:refs/heads/master</pre>
<p>Tente acessar: http://meusite.com.br/teste.html</p>
<p>Após isso, você pode atualizar somente com &#8220;git push web&#8221;, configurando:</p>
<pre lang="bash">$ git config push.default current</pre>
<p>Quaisquer dúvidas sobre o Git, podem ser retiradas através do canal #git na irc.freenode.net.</p>
<p>Este material foi baseado no <a href="http://toroid.org/ams/git-website-howto">Using Git to manage a web site</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Instalando o emesene no Gentoo Linux</title>
		<link>http://caioariede.com/2009/instalando-o-emesene-no-gentoo-linux</link>
		<comments>http://caioariede.com/2009/instalando-o-emesene-no-gentoo-linux#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 26 Jul 2009 17:51:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Ariede</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas Rápidas]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[O emesene (emesene.org), não esta disponível oficialmente nos repositórios do Gentoo, porém pode ser instalado através de um Overlay.
Um Overlay é uma árvore separada da árvore principal de pacotes do Gentoo, mantida por terceiros.
O Overlay onde o emesene esta disponível, chama-se dottout, e requer a instalação do git.
Portanto, primeiramente instale o git:
# emerge dev-util/git
* Vá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>emesene</strong> (<a href="http://emesene.org/">emesene.org</a>), não esta disponível oficialmente nos repositórios do Gentoo, porém pode ser instalado através de um Overlay.</p>
<p>Um <strong>Overlay</strong> é uma árvore separada da árvore principal de pacotes do Gentoo, mantida por terceiros.</p>
<p>O Overlay onde o emesene esta disponível, chama-se <strong>dottout</strong>, e requer a instalação do <strong>git</strong>.</p>
<p>Portanto, primeiramente instale o <strong>git</strong>:</p>
<pre># emerge dev-util/git</pre>
<p>* Vá tomar um cafézinho, pois demora um pouco!</p>
<p>Depois do café, adicione o Overlay, através do <strong>layman</strong>:</p>
<pre># layman -a dottout</pre>
<p>Depois disso, antes de instalar o emesene, é preciso satisfazer uma dependência, que é a <strong>libmimic</strong>.</p>
<p>Crie o arquivo /etc/portage/package.keywords/libmimic, especificando a arquitetura da sua máquina, no meu caso &#8220;~x86&#8243;:</p>
<pre># cat &gt;/etc/portage/package.keywords/libmimic
media-libs/libmimic ~x86</pre>
<p>E em seguida dê emerge:</p>
<pre># emerge media-libs/libmimic</pre>
<p>Após a instalação, especifique também a arquitetura da sua máquina para a instalação do emesene:</p>
<pre># cat &gt;/etc/portage/package.keywords/emesene
net-im/emesene ~x86</pre>
<p>E então, dê emerge:</p>
<pre># emerge emesene</pre>
<p>Vá até o diretório do emesene, normalmente localizado em /usr/share/emesene, e execute o <strong>setup.py</strong>:</p>
<pre># cd /usr/share/emesene
# python setup.py build_ext -i</pre>
<p>emesene instalado!</p>
<p>* Lembre-se, o emesene não roda como usuário <strong>root</strong>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>TTYtter: Twitter no console</title>
		<link>http://caioariede.com/2009/ttytter-twitter-no-console</link>
		<comments>http://caioariede.com/2009/ttytter-twitter-no-console#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 23 May 2009 19:17:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Ariede</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Aplicativos modo-texto são realmente muito úteis, é claro que, para quem sabe como utilizá-los de forma adequada, e digamos que produtiva.
Tenho visto em muitos blogs, pessoas ensinando como usar o Twitter através da linha de comando, com o cURL. Apesar de ser uma forma interessante, não é algo prático, o que torna a utilização no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aplicativos modo-texto são realmente muito úteis, é claro que, para quem sabe como utilizá-los de forma adequada, e digamos que produtiva.</p>
<p>Tenho visto em muitos blogs, pessoas ensinando como usar o Twitter através da linha de comando, com o cURL. Apesar de ser uma forma interessante, não é algo prático, o que torna a utilização no dia-a-dia inviável, principalmente para pessoas que utilizam muito o Twitter.</p>
<p>Assim como já escrevi sobre o cmus, <a href="http://caioariede.com/2008/music-player-command-line">um tocador de músicas com playlist, modo texto</a>, resolvi escrever um pouco sobre TTYtter para demonstrar que é possível utilizar aplicativos na linha de comando, de uma forma viável.</p>
<h3>TTYtter</h3>
<p>O TTytter é um cliente para Twitter interativo e multi-funcional, que nada mais é que um script Perl.</p>
<p>A sua página oficial é <a href="http://www.floodgap.com/software/ttytter/">http://www.floodgap.com/software/ttytter/</a></p>
<h3>Instalação</h3>
<p>Na verdade não é bem uma instalação, basicamente você terá de baixar o script, e só. Por ser um script Perl, não há o processo de compilação, bastando somente você ter o Perl instalado (o que é muito provável que já esteja).</p>
<p>A instalação tem como base o sistema operacional Linux, podendo ser aplicada também a sistemas Unix-like.</p>
<p>Você pode baixa-lo com o <em>wget</em> direto para o seu diretório de programas ou <em>/usr/local/bin</em>, da seguinte forma:</p>
<pre lang="bash">$ sudo wget http://www.floodgap.com/software/ttytter/ttytter.txt -O /usr/local/bin/ttytter</pre>
<p>A opção <em>-O</em> utilizada no <em>wget</em> especifica o arquivo onde será salvo.</p>
<p>Após isso, dê permissão para execução ao ttytter:</p>
<pre lang="bash">$ sudo chmod +x /usr/local/bin/ttytter</pre>
<p>Retire o <em>sudo</em>, caso não seja necessário na distribuição que esteja usando.</p>
<h3>Utilização</h3>
<p>Você pode iniciar o TTYtter manualmente, digitando:</p>
<pre lang="bash">$ ttytter -user=seuusuario:suasenha -ansi</pre>
<p>A opção <em>-ansi</em> é para habilitar as cores.</p>
<p>Ou então, para facilitar, pode-se criar um script:</p>
<p>Crie um arquivo com um nome qualquer e coloque o conteúdo abaixo dentro dele.</p>
<p>Aqui eu criei um arquivo chamado <em>ttytter</em>, dentro da pasta <em>app</em>.</p>
<pre lang="bash">#!/bin/bash
usuario=caioariede
read -s -p "Senha: " senha
ttytter -user=$usuario:$senha -ansi</pre>
<p>Dê ao arquivo permissão para execução:</p>
<pre lang="bash">$ chmod +x app/ttytter</pre>
<p>Configure o script com os seus dados e execute-o:</p>
<pre lang="bash">$ ./app/ttytter</pre>
<h3>Comandos</h3>
<p><strong>/refresh</strong></p>
<p>Atualização, busca por novos tweets.</p>
<p><strong>/whois</strong></p>
<p>Exibe informações do perfil do usuário.</p>
<pre>TTYtter&gt; /whois caioariede
caio (caioariede) (f:116/176) (u:3014)
"php programmer, python and linux enthusiast, workaholic,
learning erlang, using ion3 and vim"
Location:   Bauru
URL:        ...
Picture:    ...</pre>
<p><strong>/replies</strong></p>
<p>Exibe seus últimos &#8220;replies&#8221; e menções (tweets referindo o seu usuário)</p>
<p><strong>/dmagain</strong></p>
<p>Exibe suas últimas &#8220;direct messages&#8221;</p>
<p><strong>/reply</strong></p>
<p>Responde a um tweet.</p>
<pre>g4&gt; &lt;foo&gt; mensagem
TTYtter&gt; /reply g4 mensagem de resposta</pre>
<p>A mensagem enviada será um <em>reply</em>:</p>
<pre>@foo mensagem de resposta</pre>
<p><strong>/delete</strong></p>
<p>Remove um tweet, se for seu é claro.</p>
<pre>g5&gt; &lt;foo&gt; mensagem teste
/delete g5</pre>
<p><strong>/help</strong></p>
<p>Use para ver outros comandos e informações sobre o TTYtter.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Montando um SFTP em um diretório local com SSHFS</title>
		<link>http://caioariede.com/2009/montando-ftp-diretorio-local-sshfs</link>
		<comments>http://caioariede.com/2009/montando-ftp-diretorio-local-sshfs#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 May 2009 03:56:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Ariede</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://caioariede.com/?p=435</guid>
		<description><![CDATA[Montar um FTP como se fosse um diretório local na maquina pode facilitar a vida de muita gente. Principalmente pessoas que trabalham com desenvolvimento WEB e precisam fazer atualizações direto no FTP. Mesmo que não recomendado, às vezes é necessário, até mesmo para enviar arquivos.
Vou exemplificar aqui utilizando o Ubuntu, porém mesmo em outras distribuições [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Montar um FTP como se fosse um diretório local na maquina pode facilitar a vida de muita gente. Principalmente pessoas que trabalham com desenvolvimento WEB e precisam fazer atualizações direto no FTP. Mesmo que não recomendado, às vezes é necessário, até mesmo para enviar arquivos.</p>
<p>Vou exemplificar aqui utilizando o Ubuntu, porém mesmo em outras distribuições Linux, a ideia pode ser reutilizada.</p>
<p>Supondo que você tenha um FTP no endereço example.org, vamos criar uma estrutura como essa abaixo, onde possibilitará posteriormente a adição de novos endereços (FTP&#8217;s).</p>
<pre lang="bash">/home/seuusuario/ftp
/home/seuusuario/ftp/example.org
/home/seuusuario/ftp/example.org/sftpmount (script para montagem)
/home/seuusuario/ftp/example.org/www (arquivos no servidor)</pre>
<p>Então vamos lá.</p>
<ol>
<li>Primeiro baixe o SSHFS
<pre lang="bash">sudo apt-get install sshfs</pre>
</li>
<li>Vamos criar o diretório para o nosso FTP
<pre lang="bash">mkdir -p ~/ftp/example.org/www
cd ~/ftp/example.org</pre>
<p>A opção <strong>-p</strong> no mkdir, faz com que ele crie todos os diretórios antecedentes ao <em>www</em>, <em>ftp</em> e <em>example.org</em>.</li>
<li>Agora crie um script para montar o FTP mais facilmente
<pre lang="bash">gedit sftpmount</pre>
<p>Coloque a linha abaixo no arquivo, modificando às suas necessidades:</p>
<pre lang="bash">echo senha | sshfs -o password_stdin usuario@example.org:public_html www</pre>
<p>Lembre-se de alterar também onde esta <strong>public_html</strong> para o seu diretório remoto.</p>
<p>A senha é opcional, você pode omiti-la retirando o <strong>echo</strong> e a opção <strong>-o password_stdin</strong>.</li>
<li>Dê permissão de execução para o script
<pre lang="bash">chmod +x sftpmount</pre>
</li>
<li>Execute o script
<pre lang="bash">./sftpmount</pre>
</li>
<li>Se tudo ocorrer normalmente, você verá os arquivos listando o diretório www:
<pre lang="bash">ls www/</pre>
</li>
</ol>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ubuntu: Installing PECL</title>
		<link>http://caioariede.com/2009/ubuntu-installing-pecl</link>
		<comments>http://caioariede.com/2009/ubuntu-installing-pecl#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 08 Mar 2009 12:28:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Ariede</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[PHP]]></category>

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		<description><![CDATA[PECL comes with php-pear package, then just apt-it:
$ sudo apt-get install php-pear
...
$ pecl version
PEAR Version: 1.7.1
PHP Version: 5.2.6-2ubuntu4.1
Zend Engine Version: 2.2.0
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>PECL comes with php-pear package, then just apt-it:</p>
<pre lang="bash">$ sudo apt-get install php-pear
...
$ pecl version
PEAR Version: 1.7.1
PHP Version: 5.2.6-2ubuntu4.1
Zend Engine Version: 2.2.0</pre>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>&#8220;How to find php.ini&#8221; Linux e MacOSX</title>
		<link>http://caioariede.com/2009/how-to-find-phpini-linux-e-macosx</link>
		<comments>http://caioariede.com/2009/how-to-find-phpini-linux-e-macosx#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 13:37:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Ariede</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[PHP]]></category>

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		<description><![CDATA[Utilize o seguinte comando no terminal:
php -r 'phpinfo();' &#124; grep php.ini
Funciona em Linux e Unix*.
Update
Segundo o Walter Cruz, algumas distribuições como o Debian podem organizar os php.ini&#8217;s da vida de forma diferente, uma para cada situação: php cli, php cgi e mod_php.
Então se você estiver utilizando uma dessas distribuições, pode criar um arquivo test.php:
echo "&#60;?php [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Utilize o seguinte comando no terminal:</p>
<pre lang="bash">php -r 'phpinfo();' | grep php.ini</pre>
<p>Funciona em Linux e Unix*.</p>
<p><strong>Update</strong></p>
<p>Segundo o <a href="#comment-459">Walter Cruz</a>, algumas distribuições como o <strong>Debian</strong> podem organizar os php.ini&#8217;s da vida de forma diferente, uma para cada situação: php cli, php cgi e mod_php.</p>
<p>Então se você estiver utilizando uma dessas distribuições, pode criar um arquivo <em>test.php</em>:</p>
<pre lang="bash">echo "&lt;?php phpinfo(); ?&gt;" &gt; test.php</pre>
<p>Acessá-lo por CGI ou mod_php através do seu browser, e verificar o caminho especificado em <em>Configuration File (php.ini) Path</em>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Audacious: Connection refused MADPlug-Message</title>
		<link>http://caioariede.com/2009/audacious-connection-refused-madplug-message</link>
		<comments>http://caioariede.com/2009/audacious-connection-refused-madplug-message#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 15 Feb 2009 12:18:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Ariede</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://caioariede.com/?p=396</guid>
		<description><![CDATA[Fast post!
Strangly, Audacious just stopped working in this morning. The error message in console was something like this: Connection refused MADPlug-Message.
After some Googling I saw one people saying to verify output audio plugin.
I just go to Preferences &#62; Audio &#62; Plugin Output Audio and select ALSA Output Plugin, and everything back working.
Just trying to help [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fast post!</p>
<p>Strangly, Audacious just stopped working in this morning. The error message in console was something like this: <em>Connection refused MADPlug-Message</em>.</p>
<p>After some Googling I saw one people saying to verify output audio plugin.</p>
<p>I just go to <em>Preferences &gt; Audio &gt; Plugin Output Audio</em> and select <em>ALSA Output Plugin</em>, and everything back working.</p>
<p>Just trying to help other people with this problem that took me some minutes of my life. :)</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O Linux em 1997 (12 anos atrás)</title>
		<link>http://caioariede.com/2009/linux-1997-12-anos-atras</link>
		<comments>http://caioariede.com/2009/linux-1997-12-anos-atras#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2009 11:43:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Ariede</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://caioariede.com/?p=387</guid>
		<description><![CDATA[Depois de ver essa matéria no Br-Linux.org, resolvi fazer uma comparação (por pura curiosidade) entre 2 dos ambientes gráficos mais utilizados no mundo Linux hoje: GNOME e KDE. Como eles estavam 12 anos atrás, lá pelo ano de 1997, época que surgiu o GNOME (o KDE tem um pouco mais de idade). E como estão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de ver <a href="http://br-linux.org/2009/recordar-e-viver-quais-as-melhores-distribuicoes-9-anos-atras/">essa matéria</a> no Br-Linux.org, resolvi fazer uma comparação (por pura curiosidade) entre 2 dos ambientes gráficos mais utilizados no mundo Linux hoje: GNOME e KDE. Como eles estavam 12 anos atrás, lá pelo ano de 1997, época que surgiu o GNOME (o KDE tem um pouco mais de idade). E como estão hoje?</p>
<p>O título da matéria não é o mais apropriado, deveria ser &#8220;Os ambientes gráficos para Linux em 1997&#8243;, mas acho que assim dá mais ênfase e todos conseguem assimilar.</p>
<p>A data das imagens são por volta de 1997 e não exatamente nesse ano.</p>
<p>O GNOME como era:</p>
<p>Versão 0.13</p>
<p><a href="http://caioariede.com/wp-content/uploads/2009/02/1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-388" title="GNOME em 1997" src="http://caioariede.com/wp-content/uploads/2009/02/1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>O GNOME como é hoje:</p>
<p>Versão 2.24</p>
<p><a href="http://caioariede.com/wp-content/uploads/2009/02/ubuntu-8-10-beta-screenshot-tour-25.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-389" title="GNOME em 2009" src="http://caioariede.com/wp-content/uploads/2009/02/ubuntu-8-10-beta-screenshot-tour-25-300x240.jpg" alt="" width="300" height="240" /></a></p>
<p>E o KDE, que à 12 anos atrás já estava mais maduro que o GNOME, por existir a um tempo:</p>
<p>Versão 1.x (não consegui identificar qual versão exatamente)</p>
<p><a href="http://caioariede.com/wp-content/uploads/2009/02/dfaure.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-390" title="KDE em 1997" src="http://caioariede.com/wp-content/uploads/2009/02/dfaure-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>E como o KDE é hoje:</p>
<p>Versão 4.1 (Já temos uma versão nova 4.2, mas não mudou muito visualmente)</p>
<p><a href="http://caioariede.com/wp-content/uploads/2009/02/plasma-kickoff.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-391" title="KDE em 2009" src="http://caioariede.com/wp-content/uploads/2009/02/plasma-kickoff-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Eu particularmente sou fã do GNOME, principalmente pela sua simplicidade e leveza.. Não largo por nada. Mas não nego que o KDE é muito bonito! Ambas as equipes fazem um ótimo trabalho.</p>
<p>E o Linux é isso, é a diversidade, é você poder optar entre o melhor gráfico, melhores efeitos, e o mais simples e minimalista. E há também quem goste de usar modo-texto, é uma opção que o mundo Linux concede à todos.</p>
<p>E deixando claro também que existem outros ambientes gráficos para Linux, tão bonitos quanto estes mostrados acima.</p>
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		<title>Ensinando a sua namorada a converter vídeos no Linux</title>
		<link>http://caioariede.com/2008/ensinando-a-sua-namorada-a-converter-videos-no-linux</link>
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		<pubDate>Fri, 31 Oct 2008 15:52:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Ariede</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos sabemos que quando se trata de converter um vídeo no Linux, o FFMPEG é o matador. Realmente, até hoje não vi outro software a nível do mesmo.
Porém imagine a situação onde a sua namorada precisa converter vídeos, que ela baixa do Youtube por exemplo.
Usando o http://keepvid.com/ ela consegue fazer o download do FLV, porém [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todos sabemos que quando se trata de converter um vídeo no Linux, o FFMPEG é o matador. Realmente, até hoje não vi outro software a nível do mesmo.</p>
<p>Porém imagine a situação onde a sua namorada precisa converter vídeos, que ela baixa do Youtube por exemplo.</p>
<p>Usando o <a href="http://keepvid.com/">http://keepvid.com/</a> ela consegue fazer o download do FLV, porém depois disso ela quer colocar aquele vídeo no iPod (MPEG4) ou apenas converter para AVI&#8230;</p>
<p>Você vai ensina-la a usar o console? Não é uma tarefa fácil, pois até mesmo não interessa muito a ela ter conhecimentos sobre console, o que ela quer, e outras pessoas também é <span style="text-decoration: underline;">simplesmente converter o vídeo</span>.</p>
<p>Pensando nisso, resolvi então montar um passo-a-passo, que você possa repassar para sua namorada, sua mãe, sua tia, seu pai, seu irmão, e todos aqueles que não são tão fãs do console do Linux assim, ou que simplesmente gostam de fazer as coisas com apenas alguns cliques.</p>
<p><span id="more-156"></span></p>
<p>Nesse passo-a-passo vou usar o <a href="http://avidemux.berlios.de/">Avidemux</a>, um programa muito bom para conversão, foi o melhor que eu achei até agora, para o caso.</p>
<p>Suponhamos que você utilize o Ubuntu, então a instalação é simples, tendo em mente que não queremos utilizar o console nenhuma vez, faça o seguinte:</p>
<ol>
<li>Vá até o menu Aplicações &gt; Adicionar/Remover</li>
<li>Exibir: Todos aplicativos disponíveis</li>
<li>Digite Avidemux na busca, clique e instale a versão GTK+ (a que eu recomendo)</li>
</ol>
<p>Caso não encontre o Avidemux, basta ir até o site <a href="http://www.getdeb.net/app/Avidemux">http://www.getdeb.net/app/Avidemux</a>, clicar na sua versão 32bits ou 64bits, fazer o download e instalar.</p>
<p>Feito isso, o Avidemux ficará disponível através do menu Aplicações &gt; Som &amp; Vídeo &gt; Avidemux GTK+</p>
<p>Abra o Avidemux, e clique em <strong>Abrir</strong>. Selecione o vídeo que você deseja converter.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-157" title="avidemux-1" src="http://caioariede.com/wp-content/uploads/2008/10/avidemux-1.jpg" alt="" width="500" height="111" /></p>
<p>Em <strong>Format</strong>, coloque o formato em que você deseja que o vídeo seja convertido, aqui vou exemplificar uma conversão de um WMV para um FLV.</p>
<p>Se em <strong>Format</strong>, você colocar FLV, e clicar em <strong>Salvar</strong>, o Avidemux indicará um problema, se você ler, vai ver que precisa fazer algumas configurações a mais para que a conversão seja possível.</p>
<p>As configurações são as seguintes: em Vídeo, especifique FLV1 (lavc), e em Audio especifique MP3 (LAME), clique em <strong>Configure</strong> no Vídeo e coloque o Bitrate (kb/s) em 44100.</p>
<p>Todas essas configurações são exibidas claramente pelo Avidemux. Não se preocupe, não terá que saber nada sobre o que esta descrito acima, apenas siga os passos.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-159" title="avidemux-3" src="http://caioariede.com/wp-content/uploads/2008/10/avidemux-3.jpg" alt="" width="252" height="181" /></p>
<p>Agora clique em salvar e a conversão será feita com sucesso.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-158" title="avidemux-2" src="http://caioariede.com/wp-content/uploads/2008/10/avidemux-2.jpg" alt="" width="500" height="425" /></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ubuntu Linux: Downgrade de updates proposed e backports</title>
		<link>http://caioariede.com/2008/downgrade-packages-proposed-backports-ubuntu-linux</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Oct 2008 12:42:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Ariede</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Imagine que em um belo dia, você decide habilitar as atualizações &#8220;proposed&#8221; e &#8220;backports&#8221; no seu Ubuntu Linux, e até ai uma maravilha, até que de repente tudo começa a ficar instável.
E então você descobre que são os &#8220;benditos&#8221; pacotes proposed e backports, e resolve remover estes pacotes do seu sistema.
Bom, foi isso que aconteceu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Imagine que em um belo dia, você decide habilitar as atualizações &#8220;proposed&#8221; e &#8220;backports&#8221; no seu Ubuntu Linux, e até ai uma maravilha, até que de repente tudo começa a ficar instável.</p>
<p>E então você descobre que são os &#8220;benditos&#8221; pacotes proposed e backports, e resolve remover estes pacotes do seu sistema.</p>
<p>Bom, foi isso que aconteceu comigo, e a solução que encontrei pra remover essas atualizações, foi utilizando um método chamado <a href="http://wiki.debian.org/AptPinning">Apt-Pinning</a>.</p>
<p>Esta &#8220;técnica&#8221;, nada mais é que definir quais as prioridades relativas ao tipo de pacote que você quer no seu sistema. Basicamente é, quanto menos você quer aquele tipo de pacote, menor a prioridade dele no seu sistema.</p>
<p><span id="more-117"></span></p>
<p>O Apt-Pinning é definido através do arquivo /etc/apt/preferences, abaixo vou dar um exemplo que você pode utilizar, caso utilize o Ubuntu 8.04 (Hardy Heron).</p>
<p>Edite o arquivo /etc/apt/preferences:</p>
<pre lang="bash">$ sudo gedit /etc/apt/preferences</pre>
<p>Deixe-o com o seguinte conteúdo:</p>
<pre lang="apt_sources">Package: *
Pin: release a=hardy
Pin-Priority: 1001

Package: *
Pin: release a=hardy-updates
Pin-Priority: 1001

Package: *
Pin: release a=hardy-proposed
Pin-Priority: -10

Package: *
Pin: release a=hardy-backports
Pin-Priority: -10</pre>
<p>Salve, e no terminal mesmo, digite:</p>
<pre lang="bash">$ sudo apt-get upgrade</pre>
<p>Todos os pacotes serão atualizados para suas respectivas versões marcadas como security e updates, e não proposed e backports.</p>
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